Os conflitos armados no mundo estão a aumentar de intensidade e em quantidade, com o aparecimento de novas zonas de conflito permanente.
Ásia-Pacífico, Europa, África e médio oriente, os pontos de confronto ao longo de décadas tornam-se agora pontos quentes de conflito armado permanente.
Na política, no trabalho, na vida em comunidade; A extensão do dano causado por um conflito permanente de interesses, é difícil de calcular; A vida das comunidades está sobre pressão.
O aumento do custo de vida e as dificuldades de encontrar uma saída para os problemas pessoais, aumenta os problemas de saúde, principalmente saúde mental, com o aumento do consumo de antidepressivos.
O confronto nas nossas relações interpessoais e na relação entre estados está cada vez mais presente no nosso dia a dia e nas notícias com as quais somos confrontados diariamente.
Em zonas de conflito armado, o emprego de armamento com maior poder destrutivo, é uma consequência da entrada direta das grandes potências mundiais em confronto.
Situações climáticas extremas, causam cada vez mais eventos de cheias, frio ou calor intenso, que colocam a vida e os bens das pessoas em risco, um pouco por todo o mundo.
A Crise de Todas as Crises
Vamos entrar nos próximos meses, e anos, numa espiral rápida de acontecimentos que vão testar a nossa capacidade de sobrevivência, seja pelo aumento dos conflitos armados, pilhagens, disrupção de cadeias de alimentares, eventos meteorológicos raros, quebras no fornecimento de energia e combustíveis…
A velocidade a que tudo se vai desenrolar não vai permitir que os acontecimentos sejam analisados em tempo útil pelos habituais canais de comunicação social.
As redes sociais e a Internet são importantes para a divulgação de acontecimentos no terreno, muitas vezes em tempo real, conforme se vão desenrolando.
A ameaça que vem do sul
A pressão migratória vinda do norte de África, assim como a instabilidade política e social de muitos destes países africanos e do médio oriente, colocam grandes desafios a Portugal e a Europa.
A situação em Gaza, Líbano, Síria e Irão, de instabilidade permanente e de conflitos armados com vítimas civis em grande número, são sinais visíveis de estados falhados incapazes de conter as tensões sociais dentro de fronteiras.
O papel de Israel para conter os fundamentalistas Islâmicos está cada vez mais em risco, e cada vez mais dependente da intervenção direta e em força dos EUA.
Os Sinais de Fraqueza da Europa
8 de julho de 2024, a Federação Russa lança um ataque sobre a Ucrânia, o maior até então desde o inicio da guerra, com cerca de 40 misseis, que lançam o caos em Kiev, capital da Ucrânia, onde um hospital de crianças é atingido.
Este ataque acontece no rescaldo da segunda volta das eleições legislativas Francesas, que lançam duvidas sobre a formação de um governo, tendo em conta a polarização da sociedade e a dificuldade de formar maiorias estáveis.
Para o regime de Putin isto são sinais de fraqueza dadas pelo Europa, ao que ele responde com o uso da força.
As democracias dos países ocidentais estão por isso na expectativa, de ver como evoluem os vários conflitos mundiais, para evitarem a todo o custo o confronto direto.
As populações sofrem no seu dia a dia, com consequências claras para o quadro político e de regime de alguns países.
A Europa está sobre pressão…
O Pesadelo Está Agora a Começar
A opção estratégica de Washington em puxar a Federação Russa para a sua área de influência, implica o seu afastamento dos seus aliados tradicionais como a UE e da Ucrânia.
A Federação Russa Prepara-se para avançar sobre a Europa Ocidental ?
A mensagem que vêm de Washington é clara; O Presidente Norte Americano ao colocar a tónica no fim da guerra, pressiona a Federação Russa a compromissos que não parecem estar em condições de fazer.

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